
Desde o desemprego elevado, aos salários baixos, às pensões medíocres, à pobreza crescente, aos impostos altos, até à "hipoteca" dos endividamentos verifica-se que a economia nacional tem poucos motivos para sorrir. O descontentamento é geral e os sinais de melhoria da situação actual tardam em chegar, o que nos leva a perguntar: Que soluções podem ser adoptadas para que este panorama negativo se possa inverter?
A solução é simples mas de difícil execução. Era necessária a "construção" de uma economia mais dinâmica, mais produtiva e mais competitiva, sendo que quanto mais cedo se iniciar o cumprimento deste objectivo mais rápida será a retoma económica. A actual legislatura ganha assim uma extrema importância visto que as suas antecessoras não souberam responder da melhor forma aos problemas do país.
Para muitos economistas, tal como Medina Carreira, a economia portuguesa é o primeiro, o mais grave e o mais difícil de todos os nossos problemas actuais, o que espelha bem a urgência da sua resolução.